Tanto ouvi falar deste filme que ontem foi tempo de o ver. As minhas expectativas estavam bem altas e lá no fundo, não era bem aquele tipo de história que eu estava à espera de assistir.
Um musical divertido, com óptimos actores, mas faltou mais qualquer coisa, na minha modesta opinião. Talvez porque a história tenha sido escrita de forma a encaixar nas já existentes músicas e não o contrário. Apesar disso, não deixou de ser 1h e 38 min bem passados! Aqui fica o trailer…
Ontem tirei o dia de folga, coisa que já não acontecia há muito por estes lados, mas que vai começar a acontecer mais vezes daqui para a frente. Foi dia de cinema caseiro. Tava com tantas saudades de ver um filme que vi dois quase seguidinhos… hihihi
Finalmente vi Cloverfield, mas não é desse filme que me vou referir neste post.
August Rush… Palavras para quê? Um filme cheio de melodia que evidencia a persistência, coragem e brilho de um menino de 11 anos que não desiste de encontrar os seus pais. Aqui fica o trailer e um conselho… Vejam o filme
Estavam-me a dever uma ida ao cinema por causa deste filme. Convite feito e combinações em cima da hora resultaram em mais um fim de noite bem passado. Adorei
O filme vê-se bem, mas confesso que tinha as expectativas bastante elevadas em relação a ele. Não é o melhor thriller de sempre (concordo contigo Pedro ), mas é um filme que nos prende ao ecrã. Aqui fica a sinopse:
“Jack Gramm (Al Pacino) é um professor que também trabalha como psicanalista para o FBI. Ameaçado de morte, ele tem apenas 88 minutos para descobrir quem é seu possível assassino. Entre os suspeitos estão Mike Stemp (Benjamin McKenzie) e Lauren Douglas (Leelee Sobieski), dois alunos problemáticos; Kim Cummings (Alicia Witt), sua amante rejeitada; e ainda Jon Forster (Neal McDonough), um assassino que está no corredor da morte.”
Dêem lá uma espreitadela ao trailler
P.S.: Uma curiosidade… Quando é dito a Jack Gramm que ele tem apenas 88 minutos de vida resta exactamente este período para o fim do filme, incluindo os créditos finais.
Ontem foi noite de descomprimir com uma ida ao cinema. Eu merecia uma saída há muito…
O filme escolhido pela maioria foi “O tesouro encalhado”. Gostei, se bem que eu fui contra a opção, mas alguém me prometeu arranjar depois o “88 minutos”. É sempre mais um motivo para eu exigir uma nova ida ao cinema. hihihi
Obrigada pela noite de ontem mais uma vez… E Sergito, é difícil conseguir ficar zangada contigo… tu sabes disso
Deixo aqui umas imagens do filme e a sinopse… As paisagens do filme são explêndidas… Que água…
“Ben “Finn” Finnegan é um surfista amador e bem intencionado que se assume como caçador de tesouros. Obcecado com a procura do lendário Dote da Rainha, 40 arcas de um tesouro exótico que se afundou em 1715, Finn deita tudo a perder com a busca, nomeadamente o seu casamento com Tess Finnegan e o seu ferrugento barco “Booty Calls”. Numa tentativa de refazer a sua vida, Tess emprega-se num mega-iate ao serviço do multi-milionário, Nigel Honeycutt, mas entretanto Finn descobre uma pista vital para o paradeiro do tesouro. Certo de que a sua sorte mudará com esta nova informação, Finn consegue introduzir-se a bordo do iate de Nigel. Valendo-se do seu bem-intencionado charme, Finn consegue convencer o magnata e a sua filha Gemma – uma jovem colunável totalmente dependente do seu Blueberry – a juntar-se a ele na busca do tesouro espanhol. Contrariando o que lhe diz a intuição, Tess volta a deixar-se contagiar pelo amor… da descoberta. Mas há mais quem cobice o tesouro… Moe Fitch, o mentor de Finn que vem a revelar-se seu inimigo, também se dispõe a reclamar o prémio… “
Hoje Ontem (já passa da meia noite), foi tarde de ver um filme! “Seeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet” foi o escolhido! Confesso que apesar da grande expectativa que tinha em relação a ele, fiquei desiludida Não achei grande piada à forma como o filme estava feito e ao desenrolar da história! Um dia mau para ver um filme daquele género? Talvez! A crítica que tinha ouvido era bastante boa, mas pronto… Nem todos podemos gostar do mesmo… Talvez daqui a uns tempos volte a vê-lo e o ache mais interessante!
Mesmo assim aqui fica a sinopse:
“O barbeiro Sweeney Todd (Johnny Depp) é preso injustamente por determinação do juiz Turpin (Alan Rickman). Ao sair da cadeia, ele coloca em prática a sua vingança, reabrindo a barbearia e se tornando o Barbeiro Demoníaco de Fleet Street, porém seus clientes sempre desaparecem. Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter) é uma famosa quituteira que se une ao barbeiro. Na verdade, ela é uma serial killer que usa os restos mortais de suas vítimas para assar tortas que viram a sensação de Londres. Com a nova parceria, os ingredientes são fornecidos por Sweeney Tood.”
As curiosidades surgem depois de se ter visto o filme, especialmente curiosidades a nível histórico. Mas como eu não sou muito conhecedora da área, pus-me a pesquisar. Sim, porque alguém gozou comigo quando eu disse que fiquei baralhada com aquelas pirâmides no filme… Afinal não fui eu que fiquei mal
Aqui ficam alguma notas extra sobre o filme, de alguém atento e interessado que compilou…
“1. Em 10000 AC falava-se inglês?!!
3. Porque é que em 10000 AC uns falavam inglês e outros falavam romeno, mas os ingleses percebiam os romenos e o inverso não acontecia?
5. Há lá um rio que corre para o Norte. Segundo a minha enciclopédia ambulante privativa, era o Nilo. Havia pirâmides. Porque é que havia pirâmides e gente na terra que supostamente seria o Egipto em 10000 AC se as primeiras culturas neolíticas do Egipto só lá estiveram a partir do 5º milénio AC?!
8. Aquelas aves gigantes do filme (qualquer coisa tipo emas) so viveram na America do Sul.
9. Os mamutes eram liderados por femeas (acho bem) e nao por machos.
10. Os primeiros barcos foram egipcios mas so em 4000 a.C.
11. Naquela era so havia tigres dentes de sabre na America, e mesmo assim ja eram mais pequenos
12. Naquela zona tambem nao havia mastodontes.
13. So se começou a trabalhar o metal em 5000 a.C. (eu bem disse que 10000 a.C. era idade da pedra bruta…)”
Adorei a noite de ontem! Ida ao cinema com pacote de pipocas à mistura e com óptima companhia!! Alguém me ia pagar o bilhete se eu não gostasse da escolha do filme, mas tiveram sorte ;)
A história é muito fora do habitual, mas vê-se muito bem (apesar de eu continuar a achar estranho andarem por lá umas pirâmides hihihihi ), mas pronto… estão-me a dever uma explicação histórica
”A lenda. A batalha. O primeiro herói. Vivia-se uma época em que homens e animais conviviam em estado selvagem e o poderoso mamute errava pela Terra. Um período em que nasceram ideias e crenças que moldaram a humanidade para todo o sempre. «10.000 AC» acompanha a missão assumida por um jovem caçador D’Leh (Steven Strait) que conduz um exército através dum vasto deserto, combatendo tigres dentes-de-sabre e predadores pré-históricos, para descobrir uma civilização perdida e tentar salvar a mulher que ama, Evolet (Camilla Belle) de um pérfido chefe guerreiro que está determinado a possuí-la.”
Já tinha lido o livro e como todos os outros de Nicholas Sparks adorei! Acho que já mencionei aqui no blog o quanto eu devoro os livros deste escritor. Simplesmente fenomenais e catalizadores de todas as mais variadas emoções.
“O Diário da Nossa Paixão” é baseado nesse best-seller de Nicholas Sparks. Há uns meses atrás tinha começado a ver o filme, mas o leitor de dvd’s da casa de umas certas meninas lembrou-se de parar a meio. Conclusão… não foi naquele dia que vi o filme. Hoje, finalmente, vi-o todinho Palavras para quê?? Afinal, por de trás de um grande amor existe sempre uma grande história. Para quem ainda não viu, aconselho a ver; para quem já o viu… nunca é demais rever um filme destes
Aqui fica a sinopse:
“Em jovens, Allie (Rachel McAdams) e Noah (Ryan Gosling), apaixonam-se profundamente durante um verão repleto de emoção e liberdade. O jovem casal rapidamente é separado pelos pais de Alice que insistem que Noah não pertence ao seu mundo. Vários anos mais tarde, eles encontram-se novamente e o amor que sentem inflama-se de novo, forçando Allie a escolher entre o amor e a sua classe social. Terá o amor força suficiente para vencer?
Décadas mais tarde, um homem (James Garner)) lê um caderno antigo para uma mulher (Gena Rowlands) que visita regularmente no asilo. Embora a memória dela esteja enfraquecida, pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, do que ele lhe lê, pela ternura dele… E o milagre acontece.”
Quinta-feira passada foi dia de ir ao cinema. A companhia podia ter sido bem melhor, ou eu não tivesse ido em trabalho. Mas deu para ver mais ou menos o filme e levar com muitas pipocas em cima de mim.. hihihihi
“Astérix nos Jogos Olímpicos” foi o filme, mas confesso que os filmes do Astérix e Óbelix não são os meus preferidos.
Uma das partes interessantes de se ir ao cinema é sair de lá com vontade de ver um outro filme. Chamem-me de lamechas, mas não tenho culpa de gostar de um bom filme romântico. P.S. I love you. Estreou no dia 14 de Fevereiro (uma boa estreia para o dia dos namorados), e não poderia deixar de cá escrever qualquer coisita.
“Holly Kennedy (Hilary Swank) é bonita, inteligente e casada com o amor da sua vida – Gerry (Gerard Butler) – um apaixonado, divertido e impetuoso irlandês. Assim sendo, quando Gerry morre, a vida de Holly parece ter também terminado. A única pessoa que a pode ajudar, já não está com ela. Ninguém conhece Holly melhor do que Gerry. Mas, por sorte, ele planeou tudo com muita antecedência.
Antes de morrer, Gerry escreve a Holly uma série de cartas que a orientarão, não apenas no seu desgosto mas também na redescoberta de si mesma. No seu 30º aniversário, Holly recebe uma mensagem em forma de bolo: para seu grande choque é uma cassete gravada por Gerry, que a incita a sair e celebrar a vida. Nas semanas e meses que se seguem, mais cartas de Gerry lhe são entregues de formas surpreendentes, cada uma remetendo Holly para uma nova aventura e todas terminando com da mesma forma: P.S. I Love You.
Com as palavras de Gerry como seu guia, Holly embarca numa tocante, excitante e por vezes hilariante viagem de redescoberta numa história sobre casamento, amizade e como a força do amor consegue transformar a morte num novo começo de vida.”
E para os curiosos, como eu, ou ainda mais um cadito aqui fica o link para o site oficial do filme. Basta clicar… P.S. I love you E quem não gostaria de receber cartas com um P.S. destes?? Pois eu cá não me importo
Há dias em que a única coisa que me apetece é estar sossegada e a ver um bom filme… Isso aconteceu estes dias… E adorei o filme que vi…
Mr. Brooks, um thriller realizado por Bruce A. Evans e que estreou em Agosto do ano passado. Afinal, poucos devem ser os filmes em que Kevin Costner e Demi Moore entrem e que não sejam de qualidade.
Aqui fica a sinopse para aguçar o “apetite” a algumas pessoas
“Preste atenção a Mr. Brooks. Um homem de negócios de sucesso. Um filantropo generoso. Um pai carinhoso e um marido dedicado. Aparentemente, ele é perfeito. Mas o Mr. Brooks tem um segredo – ele também é um famoso serial killer e nunca ninguém suspeitou – até agora.”
Quem não gosta de ver um bom filme?? Acho que ninguém está incluído nessa lista… Um bom filme, acompanhado de pipocas e boa companhia… são ingredientes para uma noite bem passada
E como fanática que sou por filmes e séries de mistério, acção e muito suspense à mistura, descobri que está para estrear um filme que, por si só, está envolto em mistério (óptima manobra de marketing LOL).
No início do próximo ano, mais concretamente a 18 de Janeiro, JJ Abrams irá lançar Cloverfield, a sua mais nova criação. A história baseia-se num monstro gigante que ataca Manhattan, deixando a população em pânico. Todo o terror espalhado pela criatura é acompanhado através do registo feito por pessoas nas ruas, com suas câmaras de vídeo caseiras (fez-me lembrar o Projecto de Blair Witch… lol). Está disponível um site onde se pode encontrar várias informações sobre o mesmo. Eu já lá andei a dar uma espreitadela… Façam o mesmo… basta clicar… Cloverfield Só tem um inconveniente. Quem não se sentir confortável com o inglês poderá ter alguma dificuldade. Mas também é uma forma de irem praticando
Se JJ Abrams pôs em Cloverfield tanto mistério como na série Lost, acho que é uma aposta ganha e valerá a pena, com certeza, vê-lo. Confesso uma coisa… estou curiosa… E para vos aguçar a curiosidade também, aqui fica o trailer…